Em 2025, o ex-presidente dos EUA, Donald Trump, confirmou que o diretor do Serviço Secreto, Sean Curran, está lidando com um possível incidente de segurança grave. Um agente do Serviço Secreto tentou levar sua esposa em um avião de transporte que acompanhava Trump em uma viagem à Escócia.
De acordo com o Daily Wire, o agente de Dallas da USSS levou sua esposa, que é membro da Força Aérea dos EUA, até Maryland, onde ela recebeu um briefing oficial do Serviço Secreto sobre a viagem. Posteriormente, a esposa do agente pegou um ônibus até o lounge de visitantes distintos na Base Conjunta Andrews, onde foi descoberta e instruída a sair.
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Durante o retorno aos Estados Unidos em 2025, Trump comentou o incidente a bordo do Air Force One, descrevendo-o como um “acordo estranho”. Ele questionou a segurança, perguntando: “Não acharia que isso poderia ser um pouco perigoso?” Trump expressou confiança de que o diretor Curran lidaria com a situação.
O agente, que está em seu primeiro ano de serviço e ainda é um trainee, já havia enfrentado problemas antes. Ele foi repreendido por má conduta em várias ocasiões durante seu treinamento preliminar no Centro de Treinamento Rowley.
O porta-voz do Serviço Secreto, Anthony Guglielmi, afirmou que a agência abriu uma investigação sobre o incidente. Ele esclareceu que, antes da partida para o exterior, o funcionário foi informado pelos supervisores de que tal ação era proibida, e a esposa foi impedida de embarcar no voo. Guglielmi garantiu que nenhum protegido do Serviço Secreto estava a bordo e que não houve impacto nas operações de proteção no exterior.
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Ainda não está claro se o agente foi suspenso enquanto o Serviço Secreto conduz a investigação ou se ele continua no trabalho.
O Serviço Secreto tem enfrentado escrutínio público há meses desde a tentativa de assassinato contra Trump em julho de 2024, quando um atirador subiu em um telhado próximo ao palco do comício em Butler, Pensilvânia, e disparou oito tiros antes de ser morto por atiradores do Serviço Secreto. Ainda há dúvidas sobre como o atirador, Thomas Matthew Crooks, conseguiu se aproximar tanto de Trump com um rifle sem ser detido pela equipe de Trump.
Poucas semanas depois, agentes do Serviço Secreto agiram rapidamente para impedir uma aparente tentativa de assassinato contra Trump em seu campo de golfe em Mar-a-Lago.
Durante a visita de Trump à Escócia em 2025, a segurança ao seu redor precisou ser reforçada devido a protestos em Aberdeen e Edimburgo contra sua visita ao país.









