Agências americanas levantaram preocupações sobre o líder supremo do Irã, Mojtaba Khamenei.
Segundo a Revista Oeste, um relatório de inteligência dos Estados Unidos foi apresentado ao então presidente Donald Trump na Casa Branca. O documento indicava que Mojtaba Khamenei possivelmente mantinha relações com homens.
O New York Post publicou o conteúdo do relatório, que apontava para a “provável” orientação homossexual do líder de 56 anos, associada a um vínculo duradouro com um antigo tutor infantil.
A informação surgiu em meio a relatos de “investidas sexuais agressivas” contra profissionais que acompanhavam o tratamento médico de Mojtaba após o ataque aéreo de 28 de fevereiro, que resultou na morte de seu pai, Ali Khamenei.
O presidente Trump reagiu à informação com surpresa, gargalhando junto a seus assessores na Casa Branca, conforme o New York Post. Funcionários da inteligência permaneceram “hilários” com o caso por dias subsequentes.
O ataque aéreo de 28 de fevereiro, que matou Ali Khamenei, ocorreu às 9h32, no horário de Teerã. De acordo com o The Telegraph, o filho estava no local, mas fugiu para o jardim da propriedade momentos antes do impacto de um míssil israelense.
A Revista Oeste também apurou que, em decorrência de problemas de ereção, Ali Khamenei procurou tratamentos no Reino Unido, conforme revelado por um telegrama diplomático de 2008 divulgado pelo WikiLeaks.
O documento indicava viagens frequentes de Mojtaba Khamenei ao Reino Unido para tratar da impotência. A mulher de Khamenei, Zahra Adel, também morreu no ataque aéreo de fevereiro, e a família teve outros filhos após essas viagens.
A legislação islâmica no Irã proíbe a homossexualidade e prevê punições severas. Contudo, a interpretação da sharia permite, em certos casos, a redesignação sexual e até mesmo o financiamento de procedimentos relacionados.









