O Real Time Big Data lançou nesta terça-feira (17) uma pesquisa de intenções de voto para o governo de Goiás nas eleições de 2026, abrangendo também as duas vagas do estado para o Senado.
Daniel Vilela (MDB) ocupa a liderança em todos os três cenários de estimulação, ampliando uma vantagem de dez pontos percentuais sobre Marconi Perillo (PSDB).
Na disputa pelo Senado, Gracinha Caiado (União Brasil) e Gustavo Gayer (PL) se destacam como os nomes mais mencionados pelos entrevistados.
A pesquisa do Real Time Big Data também investigou a avaliação da atual gestão do governador Ronaldo Caiado, que está em seu segundo mandato e, portanto, não poderá se candidatar novamente.
Segundo a Gazeta do Povo, o instituto conduziu tanto pesquisas espontâneas, sem a apresentação prévia dos candidatos, quanto três cenários estimulados, onde os nomes foram apresentados aos entrevistados.
O Real Time Big Data simulou três cenários de segundo turno, todos com a presença de Daniel Vilela.
Adicionalmente, a pesquisa buscou identificar quais candidatos os eleitores não considerariam para o cargo de governador de Goiás.
A metodologia da pesquisa envolveu a coleta de dados de 1.500 entrevistados, realizados entre os dias 16 e 17 de março de 2026. O estudo foi contratado pelo próprio Real Time Big Data.
O nível de confiança da pesquisa é de 95%, com uma margem de erro de dois pontos percentuais. O registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) é o número GO-07569/2026.
A Gazeta do Povo tem acompanhado de perto, ao longo de anos, todas as pesquisas de intenção de voto realizadas por institutos de opinião pública. Essas análises representam um retrato da opinião pública em um determinado momento, com base em amostras que buscam refletir a diversidade da população.
É crucial considerar que fatores como a forma das perguntas, a composição da amostra e os métodos de entrevista podem influenciar os resultados. Por isso, a Gazeta do Povo sempre enfatiza a importância de analisar a metodologia de cada pesquisa.
Conforme apurou a Gazeta do Povo, pesquisas eleitorais, apesar de fornecerem um panorama da situação, não são previsões definitivas. Elas servem como uma ferramenta de informação valiosa, com potencial de influenciar estratégias de partidos, decisões de lideranças políticas e até mesmo o comportamento do mercado financeiro.









