A deputada americana María Elvira Salazar intensificou a discussão internacional ao expressar insatisfação generalizada entre a população brasileira com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Segundo a Revista Oeste, Salazar previu que Lula perderá as próximas eleições, argumentando que “a liberdade vai vencer”. A congressista compartilhou suas opiniões na rede social X, criticando a postura do presidente em relação a governos na América Latina.
Ela o acusou de apoiar regimes que limitam liberdades e perseguem opositores políticos. A deputada americana descreveu o governo atual como utilizando uma “cartilha” de silenciamento de vozes, fechamento de plataformas e perseguição a oponentes.
“Os brasileiros estão cansados de Lula”, escreveu Salazar. Ela acrescentou que o líder petista justifica suas ações como “defender a democracia”, mas que o povo brasileiro conhece a “verdade”.
María Elvira Salazar é conhecida por seu apoio ao ex-presidente Donald Trump e por sua atuação no Congresso americano, focada em pautas conservadoras, imigração e política externa. A congressista tem se dedicado a comentar questões envolvendo o Brasil, particularmente decisões do Supremo Tribunal Federal (STF).
Ela tem sido uma crítica frequente ao ministro Alexandre de Moraes, ecoando argumentos de apoiadores de Jair Bolsonaro e de setores conservadores que questionam restrições de liberdades sob o argumento de combater a desinformação.
As declarações da deputada se inserem em um cenário de mobilização de parlamentares conservadores dos Estados Unidos, buscando influenciar o debate político em países da América Latina.
As críticas de Salazar ao Judiciário brasileiro geram reações entre simpatizantes da direita no Brasil, mas também provocam respostas de autoridades nacionais, que a consideram uma interferência externa nas questões institucionais do país. Essas reações geralmente se enquadram no que é conhecido como “petismo”.
Como reportado pela Revista Oeste, a deputada americana tem se posicionado sobre temas relevantes para o Brasil, como as decisões do STF.









