Em um cenário alarmante que demonstra a expansão do terrorismo organizado no exterior, casos chocantes envolvendo o Primeiro Comando da Capital (PCC) vêm à tona, evidenciando a gravidade e as consequências devastadoras das ações dessa facção criminosa.
Segundo a Revista Oeste…, em 2004, Cecília Cubas, filha do ex-presidente paraguaio Raúl Cubas, foi vítima de um ato terrorista brutal: sequestrada e enterrada viva por integrantes do PCC no exterior. Este caso não representou uma ocorrência isolada; o grupo criminoso brasileiro se tornou classificado como organização terrorista pelos Estados Unidos após perpetrar outros atos hediondos em diferentes países.
O juiz federal aposentado Odilon de Oliveira, que atuou como magistrado por 30 anos no Mato Grosso do Sul e possui profundo conhecimento sobre a atuação internacional do PCC, recorda mais dois incidentes terroístas envolvendo o grupo. Em 2004 na Bolívia, um agente do PCC perpetrou uma explosão em veículo com o objetivo de assassinar a promotora de Justiça Mónica Von Borries. A motivação era clara: a promotoria estava conduzindo investigações contra um mafioso italiano, evidenciando a natureza predatória e violenta da organização. Três anos depois, esse mesmo terrorista foi preso no Brasil ao tentar entrar com 279 explosivos e outros artefatos perigosos – uma demonstração flagrante de sua intenção em causar o máximo dano possível.
Adicionalmente, De acordo com a Revista Oeste…, em 2008, membros do PCC, juntamente com o Comando Vermelho colombiano (CV) e o Cartel Vale do Norte, planejaram sequestrar os filhos de um presidente da Colômbia para utilizá-los como moeda de troca na libertação de seus líderes. A ação foi frustrada graças a uma informação revelada por um integrante desses grupos criminosos – um ato que demonstra explicitamente o caráter terrorista das ações do PCC, buscando desestabilizar governos e fomentar o caos em escala internacional.









