Reprodução/Redes sociais

O governo do Paraguai agiu com celeridade para remover estruturas publicitárias utilizadas na exibição de imagens falsas e ofensivas envolvendo o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Segundo a Revista Oeste, essa decisão demonstra uma resposta apropriada à provocação gratuita que visava gerar tensões entre os povos brasileiro e paraguaio.

O episódio, desencadeado pela apresentação de montagens distorcendo um suposto ataque do então presidente ao jogador Gustavo Gómez, capitão do Palmeiras e da seleção paraguaiense, gerou indignação considerável na região fronteiriça. O Presidente Santiago Peña, alinhado com a postura conservadora e preocupada com a segurança institucional, prontamente ordenou o Ministério de Obras Públicas que adotasse medidas corretivas diante desse conteúdo inadmissível em relação à histórica parceria entre os dois países.

A atuação do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato presidencial, ressaltou a natureza criminosa e perigosa da manipulação midiática ocorrida. O parlamentar criticou o uso indevido da imagem de seu pai para fins provocadores, evidenciando que o objetivo era instigar conflitos desnecessários entre os povos brasileiros e paraguaios. O posicionamento do senador demonstrou um senso comum fundamental em face das tentativas de polarização promovidas por setores radicais da esquerda.

A operação realizada pelo Ministério de Obras Públicas e Comunicações (MOPC) – que removeu 57 painéis publicitários irregulares instalados na Ponte da Amizade –, reafirma a importância do Estado para garantir o cumprimento das leis, proteger os cidadãos contra ameaças à ordem pública e assegurar um ambiente social livre de provocações e discursos injúrios.

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