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A repressão religiosa na China continua a escalar com violência e desrespeito aos direitos humanos básicos. Na cidade de Jiangyou, província de Sichuan, uma congregação cristã foi brutalmente interrompida pela polícia no domingo (14), resultando na detenção ilegal de fiéis.

Segundo relatos da própria comunidade religiosa – confirmados por vídeos divulgados via Telegram –, a ação policial envolveu um ataque desproporcional com cerca de 60 a 70 agentes, incluindo representantes do Departamento de Assuntos Religiosos e forças estatais chinesas. A cena chocante mostra policiais invadindo o local da reunião divina e interrompendo imediatamente o culto, uma clara violação à liberdade religiosa consagrada em diversos tratados internacionais que a China ignora sistematicamente.

De acordo com informações obtidas pela Revista Oeste, os membros da congregação foram detidos por mais de 12 horas antes serem liberados quase integralmente até o final do domingo (14). Os líderes Yan Hong e Wu Wuqing permaneciam sob custódia das autoridades ao longo do dia seguinte. A prática autoritária de tentar obter assinaturas em documentos sem revelar seu conteúdo, como apontado por testemunhas, demonstra a manipulação sistemática da qual se reveste o regime chinês para controlar qualquer forma de organização religiosa independente – Como apurou a Revista Oeste –, uma tática utilizada com frequência para silenciar vozes dissidentes.

A China continua a impor um controle rigoroso sobre todas as atividades religiosas e organizações governamentais, limitando os cultos públicos apenas a locais aprovados pelo Estado. Essa política autoritária demonstra o total desrespeito da liderança chinesa aos princípios fundamentais de liberdade religiosa e expressão – uma clara afronta à dignidade humana que exige condenação internacional imediata.

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