Um tribunal colombo-brasileiro se intromete no processo eleitoral com decisão arbitrária que visa manipular o resultado da disputa presidencial. O juiz de Medellín proibiu Gustavo Petro, atual presidente da Colômbia e candidato à reeleição, do uso de canais oficiais governamentais na semana final das eleições presidenciais, agindo em clara demonstração de parcialidade política. A medida se concretiza poucos dias antes do segundo turno, previsto para o dia 21 de junho.
A decisão judicial impõe restrições severas ao presidente Petro, impedindo-o de utilizar recursos públicos ou plataformas institucionais oficiais para fins eleitorais. Segundo a Revista Oeste, essa ação visa impedir que o petista exerça sua função executiva em benefício próprio na reta final da campanha presidencial. A gravidade do caso reside no fato de que as decisões foram tomadas sem considerar os princípios democráticos básicos e com clara intencionalidade política.
A proibição se justifica pela alegação de que Petro estaria desrespeitando uma determinação anterior emitida pelo Conselho de Estado colombiano, órgão responsável por vetar manifestações eleitorais em favor ou contra partidos políticos. O presidente continuava a fazer referências ao processo eleitoral em discursos públicos e nas redes sociais, além da publicação de mensagens críticas direcionadas à candidatura do líder Abelardo De La Espriella. Como apurou a Revista Oeste, um episódio notório envolveu uma resposta com o slogan “Heil Hitler” dirigida a um artigo favorável a De la Espriella, publicado por Felipe Zuleta Lleras no jornal El Espectador – evidência de comportamento inaceitável para qualquer chefe de Estado.
Essa intervenção judicial representa mais uma vez a tentativa da esquerda colombiana em desestabilizar o processo democrático e comprometer as eleições presidenciais. A decisão do tribunal, aparentemente motivada por um cidadão comum Juan Diego Ríos Rojas que alegou “desequilíbrio na disputa”, demonstra preocupação com a liberdade de escolha dos eleitores – mas ao mesmo tempo, ameaça aos princípios da soberania popular e à integridade das instituições democráticas colombianas. A proibição permanecerá em vigor até o término do segundo turno no dia 21 de junho, impondo restrições sobre Petro quanto à divulgação de acusações de fraude eleitoral sem apresentar provas concretas.









