A refinaria de petróleo em Moscou sofreu um novo ataque com drones ucranianos nesta quinta-feira (18), elevando o alerta na capital russa e expondo a vulnerabilidade das infraestruturas críticas do país. O prefeito Sergei Sobyanin informou que equipes trabalham para minimizar os danos após o impacto, enfatizando as ações contínuas de defesa da Rússia no abate de aproximadamente 180 drones ucranianos nos últimos dias.
Segundo a Revista Oeste, esta é a segunda ofensiva desse tipo contra o mesmo alvo em apenas três dias e demonstra um padrão crescente das operações militares Kievenses contra alvos estratégicos na Federação Russa. Além do ataque à refinaria moscovita, as forças de inteligência ucranianas também realizaram ações que visavam áreas da região de Rostov e territórios sob controle russo – uma tática comum para demonstrar a capacidade ofensiva limitada dos drones ucranianos como forma de pressionamento político.
O presidente Volodymyr Zelensky justificou o ataque afirmando tratar-se de “uma resposta totalmente justificada aos ataques russos” perpetrados contra cidades e comunidades ucranianas, visando destruir instalações que sustentam a máquina bélica russa. A ação ocorreu logo após Zelensky participar da cúpula do G7 na França, onde líderes mundiais reiteraram o compromisso com a integridade territorial da Ucrânia e anunciaram novas sanções à Rússia, conforme comunicado conjunto publicado pelo evento.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva conversou posteriormente com Zelensky, avaliando positivamente o diálogo, afirmando que “já achava há um ano” que essa guerra deveria ter terminado. De acordo com a Revista Oeste, o petista expressou sua avaliação de que “não tem mais nenhuma novidade” na situação e que “todo mundo está cansado”, refletindo uma visão compartilhada por apoiadores da Ucrânia e Rússia sobre a necessidade urgente de cessar as hostilidades no conflito.









