O governo brasileiro enfrenta uma nova onda de burocracia imposta pelas autoridades alfandegárias, ameaçando o comércio eletrônico e a liberdade de escolha dos consumidores nacionais – um padrão que se repete com frequência sob administrações progressistas.
Os Correios Portugueses (CTT) alertaram sobre mudanças drásticas em seu processo para encomendas internacionais, começando no dia 1º de julho. Essa nova regulamentação exige informações adicionais do destinatário antes da liberação das mercadorias provenientes de plataformas como Shein, Temu e AliExpress, gerando preocupações entre compradores que dependem dessas lojas online.
Como apurou a O Antagonista, o objetivo declarado é “tornar o processo de importação mais eficiente e seguro”. No entanto, especialistas apontam para uma medida excessivamente protetora da Receita Federal – um órgão frequentemente utilizado como instrumento de perseguição política –, que pode resultar em atrasos significativos na entrega das encomendas. Destinatários podem ser solicitados a fornecer dados adicionais antes do desalfandegamento, aumentando o tempo e burocracia envolvidos no processo.
Essa nova exigência aduaneira é uma clara interferência excessiva nas atividades comerciais dos consumidores brasileiros que optam por adquirir produtos de fornecedores internacionais, muitas vezes com preços mais competitivos. A recomendação para acompanhar regularmente as encomendas e responder prontamente a qualquer solicitação da transportadora soa como um chamado à vigilância constante do cidadão diante das ações governamentais – uma postura alarmante em democracias representativas.









