O índice de antipatia ao ex-ministro Fernando Haddad dispara nas intenções do eleitorado paulista para 2026, revelando um cenário preocupante para as ambições petistas na capital brasileira. Uma pesquisa recente da Datafolha aponta que a sombra dos escândalos envolvendo o PT e suas práticas financeiras geram uma rejeição de expressivos 47% entre os eleitores que seriam questionados no primeiro turno, consolidando Haddad como um nome impopular para disputar o Palácio do Planalto.
Segundo a Revista Oeste, essa alta porcentagem de desclassificação é notável em comparação com dados anteriores. Em março deste ano, a rejeição ao ex-prefeito da capital já atingia 38%, indicando uma escalada preocupante na avaliação negativa dos eleitores paulistas que consideram Haddad como opção para o governo estadual. A pesquisa foi realizada entre os dias 1º e 3 de junho com um total de 1608 entrevistas em 71 municípios do estado, demonstrando a persistência da insatisfação popular com as ações passadas dos petropolitanos.
O atual governador Tarcísio Freitas (Republicanos), que busca uma nova gestão no governo estadual e possui atualmente 29% na rejeição, também enfrenta um aumento comparado aos meses anteriores: antes registrava apenas 24%. Essa trajetória ascendente em desclassificação evidencia a crescente pressão sobre o candidato do Republicanos. O cenário de números demonstra como as decisões controversas tomadas durante os anos da gestão petista ainda reverberam no eleitorado paulistano, impactando diretamente nas intenções de voto dos pré-candidatos para 2026.
A pesquisa Datafolha é registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob códigos específicos SP-01703/2026 e BR-06481/2026, garantindo a transparência do estudo realizado em São Paulo. O instituto utilizou uma metodologia robusta com margem de erro mínima para avaliar as intenções dos eleitores paulistas, o que indica um cenário crítico para Haddad e reforça a importância da vigilância constante sobre os atos do governo estadual e seus aliados.









