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Na quinta-feira, 27 de março de 2025, o Comitê de Educação e Força de Trabalho do Congresso dos EUA enviou cartas a cinco faculdades americanas, cobrando explicações sobre a suposta permissividade com protestos anti-Israel e antissemitismo em seus campi. Assinadas pelo presidente do comitê, Rep. Tim Walberg (R-Michigan), e pelo presidente do Subcomitê de Educação Superior, Rep. Burgess Owens (R-Utah), as cartas foram endereçadas a Barnard College (NY), Bowdoin College (Maine), Northwestern University (Illinois), Pomona College (Califórnia) e Sarah Lawrence College (NY), conforme reportado pela imprensa.

As cartas criticam a “resposta fraca” das instituições ao aumento do antissemitismo, exigindo documentos sobre ações disciplinares desde outubro de 2023 e detalhes sobre negociações com ativistas. O comitê destacou que faculdades financiadas federalmente devem garantir um ambiente seguro e combater discriminação. “O antissemitismo atingiu níveis recordes, e estamos vigilantes”, afirmou o grupo, citando incidentes específicos em cada campus.

Northwestern divulgou na segunda-feira, 24, um relatório sobre esforços contra o antissemitismo, admitindo falhas em 2024 e detalhando novas políticas desde setembro, como proibição de tendas e treinamento obrigatório contra antissemitismo, adotando a definição da IHRA em fevereiro. Pomona e Bowdoin afirmaram estar revisando as cartas, comprometidas com ambientes inclusivos, de acordo com o The Jerusalem Post.

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