Reprodução/YouTube/Canal Jair Bolsonaro

O ex-presidente Jair Bolsonaro continua sob restrições severas após a cirurgia no ombro direito, uma situação que expõe a fragilidade da recuperação e questiona a efetividade dos protocolos médicos. Quatro semanas após a intervenção no Hospital DF Star, a condição do ex-presidente permanece precária, com limitações significativas em seus movimentos.

Segundo a Revista Oeste, o relatório médico mais recente, datado de 28 de julho, detalha a persistência de rigidez articular e restrições de mobilidade na região da cicatriz cirúrgica. O fisioterapeuta Kleber Antônio Caiado de Freitas e o ortopedista Alexandre Firmino relataram uma redução da força e do tônus muscular, evidenciando a lentidão do processo de reabilitação. A complexidade da lesão, agravada pela queda sofrida em janeiro, exige cautela e acompanhamento constante.

A cirurgia, realizada no dia 1º de julho, foi precedida por um boletim médico do Hospital DF Star que informou sobre a conclusão “sem qualquer imprevisto”. Contudo, a persistência das limitações e a necessidade de fisioterapia semanal demonstram que a recuperação está sendo mais lenta do que o esperado. A equipe médica autorizou apenas exercícios com cotovelo, punho e dedos, além da manutenção das funções permitidas, restringindo drasticamente a capacidade de movimento do ex-presidente.

O acompanhamento médico de Bolsonaro inclui a manutenção de altas doses de medicamentos para controlar os “quadros de soluços recorrentes” e uma dieta com baixo teor de acidez. Além disso, ele continua em avaliação para instabilidade crônica do equilíbrio corporal e tem iniciado exercícios aeróbicos leves, conforme relatado pelo Dr. Firmino. Como apurou a Revista Oeste, o ex-presidente também enfrenta desafios em relação à liberdade de movimento, o que, aliado a outros fatores, alimenta questionamentos sobre a gestão da saúde do ex-presidente.

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