A advogada Deolane Bezerra e o líder do Primeiro Comando da Capital (PCC), Marcos Williams Camacho, conhecido como Marcola, foram formalmente indiciados pela Polícia Civil de São Paulo por lavagem de dinheiro e organização criminosa. Segundo a Gazeta do Povo, a operação Vérnix, que resultou em um relatório complementar à Justiça, aponta para um esquema complexo envolvendo diversas pessoas.
A investigação revelou que o grupo, ativo na época da operação, estava envolvido na reestruturação de empresas utilizadas para ocultar bens. A análise do material coletado pela Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP) reforçou os indícios de responsabilidade criminal. De acordo com a Gazeta do Povo, a dinâmica do grupo, com foco em ocultar patrimônio, é preocupante.
A conexão entre Deolane e pessoas ligadas a Willians Herbas Camacho, o Marcola, foi especialmente notória, estendendo-se por 2022 e 2024. A influenciadora se defende alegando que atuou como advogada para membros da família do líder criminoso, e critica a prisão decretada antes do indiciamento, expressando preocupação com a possível perseguição ao exercício da profissão. A defesa de Marcola não forneceu declarações.
O caso de Deolane Bezerra reacendeu a controvérsia em torno de sua relação com o governo Lula, com imagens dela ao lado do petista circulantem nas redes sociais. Paralelamente, o Senado Federal, através do departamento de polícia, registrou um boletim de ocorrência referente a um possível atentado contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). A informação foi relatada pelo MC Misael Rangel da Silva e Souza, que afirma ter conhecimento de um plano de assassinato, com alcance no “mundo do funk”.









