Reprodução de vídeo

O ex-governador Anthony Garotinho se defende veementemente contra as acusações que o ligam à “noite das astronautas”, uma gravação chocante envolvendo figuras do governo federal e mulheres desnudadas, e mais especificamente, supostamente com o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) presente. Em um vídeo publicado em sua conta pessoal de Instagram, Garotinho nega ter visto qualquer imagem do peito da mão do tesouro público que seria o Senador no evento alegado, usando a gravação como evidência e desmentindo as alegações feitas por Michelle Bolsonaro – esposa do então presidente Jair Messias Bolsonaro.

Segundo a O Antagonista, Garotinho insiste em sua inocuidade, utilizando-se de uma postura confrontacional para refutar o que ele considera um ataque político à sua imagem, especialmente no momento em que avalia lançar novamente a candidatura ao governo fluminense – situação ainda pendente da análise do STF sobre a Lei da Ficha Limpa. O ex-governador demonstra irritação com as manobras percebidas e tenta desviar o foco das investigações, citando a prisão recente do pastor Márcio Pôncio no Rio de Janeiro como um exemplo de sua atuação em denúncias antigas que ele considera “confusões” promovida pelo governo.

Em uma declaração clara e direta, Garotinho afirma ter possuído apenas 12 minutos da gravação original (“festa das astronautas”) – imagens onde se identificam autoridades dos três poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário), senadores, deputados federais e empresários –, sem jamais mencionar o nome do senador Flávio Bolsonaro. Ele critica a forma como as informações estão sendo manipuladas, atribuindo à jornalista Daniela Lima da UOL um erro ao afirmar que a festa teria ocorrido em Nova York. Garotinho enfatiza repetidamente sua responsabilidade e honestidade na divulgação de suas palavras: “Eu nunca disse que tinha ou não tinha”, declarou ele com firmeza.

O ex-governador intensifica o ataque, acusando os veículos da imprensa como sendo omissos e desonestos ao só relatar parte das informações. Ele se defende afirmando ter evidências concretas – a gravação de 12 minutos que possui –, na qual não há nenhuma imagem do senador Flávio Bolsonaro presente. Garotinho conclui, rejeitando qualquer especulação sobre o senado estar em um local com mulheres desnudadas e enfatiza sua responsabilidade como indivíduo respeitado no meio jornalístico – sendo a imprensa responsável por divulgar 1% das investigações que ele realiza.

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