Gazeta do Povo / Reprodução

O governo costarriquenho, aliado do presidente Donald Trump, efetivou o rompimento das relações diplomáticas com Cuba. A medida, anunciada pelo presidente Rodrigo Chaves, resultou no fechamento da embaixada cubana em Havana e na expulsão de seus diplomatas do país.

Segundo a Gazeta do Povo, Chaves justificou a decisão alegando séria preocupação com a situação dos direitos humanos em Cuba, bem como o aumento da repressão contra a população civil.

Em coletiva de imprensa, o presidente afirmou que sua administração não concede legitimidade ao regime comunista vigente em Cuba, citando maus-tratos, repressão e condições de vida consideradas indignas na ilha caribenha.

“Não reconhecemos a legitimidade desse governo. Não haverá um consulado ali; atenderemos a população através do Panamá. Chegou ao fim”, declarou Chaves. O prazo para que os diplomatas cubanos deixassem o país foi fixado em um mês.

A resposta do governo de Miguel Diáz-Canel foi que a decisão foi tomada sob pressão dos Estados Unidos e de forma arbitrária.

Conforme apurou a Gazeta do Povo, o presidente Trump indicou que, “muito em breve”, poderá haver um acordo com Cuba e que a atenção de seu governo se concentrará na ilha após a resolução do conflito com o Irã.

A situação se agrava com o estabelecimento de um bloqueio petrolífero sobre Cuba em janeiro, além do corte do fornecimento de petróleo venezuelano.

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