O acidente com um avião Hércules C-130 da Força Aeroespacial Colombiana (FAC) em Puerto Leguízamo, na Colômbia, resultou em 68 mortos, dois desaparecidos e 57 feridos.
O incidente, ocorrido na segunda-feira (23), aconteceu em uma área de selva de difícil acesso no departamento de Putumayo. A aeronave caiu em chamas logo após a decolagem do aeroporto local.
Segundo a Gazeta do Povo, inicialmente, as forças militares colombianas informaram que 66 pessoas haviam perdido a vida, incluindo 58 integrantes do Exército Nacional, seis membros da tripulação da FAC e dois policiais. Quatro indivíduos permaneciam desaparecidos.
Posteriormente, o prefeito de Puerto Leguízamo, Luis Emilio Bustos, atualizou o balanço, elevando o número de vítimas fatais para 68 após a localização dos corpos dos dois militares desaparecidos.
O ministro da Defesa, Pedro Sánchez Suárez, um general reformado da FAC, garantiu que uma investigação rigorosa e transparente será conduzida com a máxima celeridade. “O país conhecerá a verdade”, afirmou.
De acordo com o jornal El Tiempo, Sánchez indicou que a aeronave apresentava condições técnicas adequadas para o voo e que a tripulação possuía treinamento completo. Adicionalmente, ele assegurou que não havia indícios de um ataque por agentes ilegais.
Em relação às explosões captadas em vídeos que circulam nas redes sociais, o ministro explicou que as detonações foram consequência da ignição de munições transportadas pelas tropas devido ao incêndio na aeronave.
O comandante das forças militares, general Hugo Alejandro López, revelou que a aeronave transportava 128 pessoas.
A FAC informou que 57 militares foram resgatados e encaminhados para Florencia e Bogotá. Dos feridos, 19 estão sob tratamento no Hospital Militar e 30 outros, com lesões menos graves, estão no Batalhão de Saúde Militar.









