Israel anunciou, no domingo, 29 de outubro, que pretende eliminar seus principais alvos militares e nucleares no Irã em questão de dias. A declaração foi feita pelo porta-voz das Forças de Defesa de Israel (IDF), Nadav Shoshani.
A ofensiva, segundo ele, visa atingir as prioridades estratégicas estabelecidas pelo governo israelense. Shoshani afirmou que as operações estão avançando rapidamente e já alcançaram parte significativa das instalações consideradas estratégicas.
Os alvos incluem mísseis balísticos, fábricas de armamentos, instalações nucleares e centros de comando, que foram classificados em níveis de importância: essenciais, importantes e adicionais. A operação está concentrada, sobretudo, na produção de armamentos do Irã, embora Shoshani ressalvasse que o cronograma poderá ser alterado conforme as condições operacionais.
De acordo com a Revista Oeste, a ofensiva israelense, que marca a quarta semana de conflito entre Israel e o Irã, tem causado mais de 3 mil mortes e a destruição de 82 mil edifícios no Irã. Em Teerã, a população sofre com bombardeios diários e o fortalecimento do regime sob o comando de Mojtaba Khamenei.
A Revista Oeste revelou que a Guarda Revolucionária iraniana consolida seu controle interno, contrariando previsões de um colapso imediato do governo. Apesar dos esforços diplomáticos do ex-presidente Donald Trump para mediar um cessar-fogo, o Pentágono continua a enviar tropas para a região, indicando a ausência de perspectivas de resolução do conflito.









