Israel lançou um ataque aéreo em Teerã, capital iraniana, em meio a esforços de mediação do Paquistão.
Segundo a O Antagonista, as forças israelenses realizaram uma nova série de ataques aéreos contra Teerã, capital iraniana. O objetivo era atacar instalações utilizadas pelo regime iraniano para o desenvolvimento e fabricação de mísseis de cruzeiro navais de longo alcance, capazes de atingir alvos marítimos e terrestres.
A Força Aérea Israelense (FDI) detalhou a operação, conforme reportado pela O Antagonista, afirmando que caças israelenses atacaram essas instalações.
O presidente Donald Trump sinalizou apoio a uma proposta de paz apresentada pelo primeiro-ministro paquistanês, Shehbaz Sharif. De acordo com a O Antagonista, o Paquistão entregou um plano de paz de 15 pontos dos Estados Unidos ao Irã, buscando abordar questões cruciais como os programas nuclear e de mísseis balísticos do Irã, que têm sido alvo de ataques desde o final de fevereiro.
A equipe de negociação de Trump incluiria o vice-presidente JD Vance e o secretário de Estado Marco Rubio. No entanto, o Irã negou publicamente que esteja em curso alguma negociação direta com os EUA.
O plano americano também aborda a segurança das rotas marítimas no Estreito de Ormuz, vital para o transporte de petróleo global, que o Irã tem parcialmente bloqueado para navios ocidentais.
Em resposta aos ataques israelenses de 24 de março, o Pentágono ordenou o envio de mais 2.000 soldados para o Oriente Médio, elevando o reforço total de tropas americanas na região para quase 7.000.
O preço do petróleo Brent caiu 6%, atingindo US$ 94 por barril, impulsionado pela perspectiva de uma resolução da crise.
As bolsas asiáticas, fortemente dependentes do petróleo que transita pelo Estreito de Ormuz, abriram em alta, refletindo o otimismo com a possível desescalada.
O Irã comunicou à ONU que navios “não hostis” poderiam navegar com segurança pelo estreito, excluindo embarcações dos EUA e de Israel.
O número de vítimas continua a crescer: pelo menos 1.348 civis morreram no Irã desde o início das hostilidades, e mais de 1.000 mortos foram registrados no Líbano, com ataques iranianos contra Israel resultando em pelo menos 15 mortos.
Os Estados Unidos relataram a perda de 13 militares até o momento.









