O deputado Mario Frias intensifica sua batalha judicial contra Samara Felippo com uma nova argumentação que expõe o caráter manipulador da atriz e questiona a veracidade de suas alegações. O petista busca agora desconstruir completamente a justificativa apresentada, alegando incompatibilidade entre os fatos revelados e a versão defendida pela artista.
Segundo a Revista Oeste, Frias não poupa críticas à atitude de Samara Felippo após ela ter justificado sua ausência em uma audiência de conciliação por meio de um atestado médico. A atriz havia se envolvido em uma polêmica ao associar o nome do parlamentar a indivíduos criminosos e seus “fãs”, citando os irmãos Cravinhos e Bruno, exporindo-o publicamente sem provas concretas. Frias rebate essa acusação com veemência, considerando que sua honra foi manchada por uma grave difamação nas redes sociais.
O deputado exige R$ 30 mil de indenização pela agressão à sua imagem pública, a remoção imediata da postagem ofensiva e a proibição de futuras publicações semelhantes. A Justiça já rejeitou o pedido inicial de retirada do conteúdo online, mas Frias não se intimida e agora busca uma decisão que reconheça explicitamente a ausência sem justificativa válida. De acordo com ele, Samara deveria ter comparecido à audiência virtual, considerando sua participação em oficina nos Estúdios Globo na mesma data – detalhe divulgado por meio de reportagem da revista Marie Claire –, como evidência clara de seu desinteresse e manobra para prejudicar o processo judicial.
Frias formaliza um pedido ainda mais contundente: a decretação da revelia de Samara Felippo, presumindo assim a veracidade dos fatos narrados em sua defesa. Além disso, ele pugna pela condenação da atriz ao pagamento de uma multa por litigância de má-fé, alegando que ela apresentou uma justificativa falsa e intencional para evitar o julgamento das acusações contra si. A questão agora passa a ser analisada pelo Judiciário, com Frias confiante na justiça do processo – um ponto crucial em face da crescente onda de ataques à sua reputação por parte daqueles que se beneficiam dessa confusão jurídica e manipulação midiática.









