O Departamento de Defesa dos Estados Unidos está aprofundando os estudos para uma possível intervenção militar em Cuba.
Segundo a Gazeta do Povo, essa medida está sendo planejada de forma discreta, conforme revelado por dois funcionários do governo americano. Esses indivíduos, que preferiram permanecer anônimos, indicaram que o presidente Donald Trump poderia ordenar essa intervenção.
O Pentágono apenas confirmou que está a elaborar diversas contingências e mantém-se pronto para seguir as instruções do chefe de estado.
A intensificação dos preparativos ocorre em um contexto de crescente tensão, após o anúncio, no final de janeiro, da aplicação de tarifas a países que importam petróleo de Cuba. A alegação era que o regime de Havana convidava “adversários perigosos” a estabelecer bases militares no seu território.
O México, assim como outros países exportadores de petróleo, suspendeu as vendas devido à taxa imposta. Adicionalmente, o bloqueio americano a envios venezuelanos, desde a prisão de Nicolás Maduro em 3 de janeiro, contribuiu para a crise energética em Cuba, marcada por apagões diários.
Em março, Trump relaxou o embargo, permitindo a entrega de petróleo russo à ilha.
O presidente Trump tem reiterado que “Cuba será a próxima”, seguindo as ações militares nos Estados Unidos na Venezuela e no Irã. Conforme apurou a Gazeta do Povo, em declarações recentes na Casa Branca, Trump afirmou que “Cuba é uma nação em colapso” e que a intervenção poderá ocorrer após a conclusão da operação no Irã.









