Gazeta do Povo / Reprodução

A Polícia Federal efetuou a detenção de um ex-servidor do Superior Tribunal de Justiça (STJ) na última terça-feira (31). O indivíduo é apontado como participante de um esquema de venda de sentenças.

A prisão preventiva foi determinada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Cristiano Zanin. A operação, que levou à detenção, é uma consequência da Operação Sisamnes.

Na manhã do dia 31, agentes federais cumpriram um mandado de busca e apreensão na residência do ex-servidor. A ação foi motivada pela solicitação de prisão preventiva após a análise de evidências que sugerem a tentativa de obstruir as investigações em curso.

O indivíduo ocupava o cargo de técnico judiciário, porém, foi desligado do STJ em agosto de 2023 devido a “ilegalidades praticadas durante o desempenho de suas funções”.

Conforme apurou a Gazeta do Povo, a investigação aponta para um esquema envolvendo advogados e lobistas que, em colaboração com servidores dos gabinetes do STJ, estariam buscando influenciar decisões judiciais.

O caso teve início em 2024 e está sob investigação da Polícia Federal.

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