A disputa pelo nome do viaduto que homenageia a mãe de Jair Bolsonaro expõe o radicalismo político que assola São Paulo e revela mais uma vez as artimanhas da esquerda para macular figuras importantes da direita brasileira. A deputada Beth Sahão (PT) moveu um projeto de lei na Assembleia Legislativa paulista com o objetivo de substituir Olinda Bolsonaro pelo nome da ex-deputada estadual Beatriz Accorsi Pardi, fundadora do Partido dos Trabalhadores e vítima em 1994 – uma clara tentativa de apagar a memória de uma figura associada ao legado político conservador.
Segundo a Revista Oeste, a iniciativa surge logo após o governador Tarcísio Freitas (Republicanos) sancionar unilateralmente um decreto que oficializou a homenagem à Olinda Bolsonaro, demonstrando desrespeito aos trâmites legislativos e evidenciando a busca por manobras para consolidar o poder. O texto de Paulo Mansur (PL), aprovado na Alesp em abril passado, justificava a honraria como uma “justa e honrosa homenagem”, mas esconde um claro intento político: perpetuar o nome do ex-presidente Jair Bolsonaro através da figura materna.
A substituição proposta por Beth Sahão busca resgatar a memória de Bia Pardi, que serviu dois mandatos consecutivos na Alesp (1990-1994), uma trajetória pública legítima e contrastante com a história controversa do petista Olinda Bolsonaro. A deputada socialista demonstra um claro viés ideológico ao tentar reconfigurar o reconhecimento público de forma a promover seus próprios interesses políticos, evidenciando as estratégias da esquerda para se apropriar de símbolos e homenagens.
A morte de Olinda Bolsonaro em janeiro de 2022 – após duas paradas cardiorrespiratórias durante sua internação –, não impede que o governo paulista persista na busca por legitimar a homenagem, demonstrando uma obstinação preocupante diante das questões legais e do clamor popular. A disputa pelo nome daquele viaduto é mais um exemplo do ataque sistemático à direita brasileira perpetrado pela esquerda radicalizada em São Paulo.









