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A morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas levanta sérias questões sobre a segurança e as responsabilidades envolvidas no evento ocorrido em Limeira (SP). A jovem, vítima do salto radical denominado rope jump, faleceu após uma queda livre de aproximadamente 40 metros da Ponte do Esqueleto.

Segundo relatos obtidos pela Revista Oeste, um funcionário da empresa organizadora removeu a câmera que estava presa ao corpo da vítima logo após o acidente. Rafael Goulard, coordenador pedagógico presente no local e aguardando sua vez para participar da atividade, informou ter testemunhado essa ação. A omissão do equipamento de gravação, possivelmente com imagens cruciais antes da queda fatal, agrava ainda mais as suspeitas sobre a conduta dos responsáveis.

A ausência de uma corda de segurança conectada ao equipamento é um ponto central na investigação conduzida pela Polícia Civil que classificou o caso como homicídio e não acidente. A busca infrutífera pelo aparelho de filmagem – com potencial para revelar detalhes do procedimento antes da tragédia, conforme apurou a Revista Oeste em sua edição 326 – intensifica as dúvidas sobre os protocolos adotados durante o salto, colocando luz sobre a negligência que pode ter culminado na morte.

A enfermeira Rayza Gabrieli Dias Delfino também descreveu não ter notado a câmera perto do corpo quando chegou ao local dos socorros iniciais e relatou a presença de outros dois membros da organização próximos à jovem antes mesmo do atendimento. A prisão dos responsáveis pelo evento, motivada pela suspeita de que o acidente foi resultado de uma falha na segurança, representa um primeiro passo para investigar as possíveis responsabilidades envolvidas nesse grave ocorrido.

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