O presidente Donald Trump anunciou, através da plataforma Truth Social, a intenção de implementar um bloqueio naval contra o Irã no Estreito de Ormuz. A rota marítima, crucial para o transporte global de petróleo, se tornou um ponto de tensão nas relações internacionais.
Segundo a Revista Oeste, a decisão surge após negociações em Islamabad, que, embora tenham alcançado alguns avanços, não resolveram a questão central do programa nuclear iraniano. O republicano Trump considerou a falta de acordo como um obstáculo para qualquer progresso diplomático mais amplo.
Em sua mensagem, o presidente ordenou a interceptação de embarcações que tentem entrar ou sair da região do Estreito de Ormuz. Também se comprometeu a impedir a operação de navios que tenham pago “pedágios ilegais” ao Irã. A Marinha norte-americana será responsável pela remoção de minas instaladas por forças iranianas, conforme reportou a Revista Oeste.
O republicano classificou a situação como uma forma de “extorsão global”. Adicionalmente, Trump anunciou que qualquer ataque do Irã contra forças americanas ou embarcações civis acarreta uma resposta militar “imediata e devastadora”.
A declaração do presidente também implica o enfraquecimento militar do Irã, com perdas em suas capacidades naval, aérea e de defesa, atribuídas à manutenção do programa nuclear. A possibilidade de participação de outros países na operação visa ampliar a pressão internacional sobre o governo iraniano.
O objetivo final, conforme declarado por Trump, é restabelecer a liberdade de navegação no Estreito de Ormuz, garantindo o trânsito de embarcações sem restrições.
Paulo Faria, advogado e correspondente internacional da Revista Oeste nos Estados Unidos, acompanhou o anúncio.









