The White House

O presidente Donald Trump declarou que o regime socialista de Cuba se aproxima do fim, após o corte definitivo do petróleo e dos recursos financeiros enviados pela Venezuela, seu principal sustentáculo econômico nas últimas décadas.

Menos de um mês após a operação militar americana que capturou Nicolás Maduro e sua esposa Cilia Flores, levados a Nova York para responder por narcoterrorismo e tráfico de drogas, o líder cubano Miguel Díaz-Canel reagiu com firmeza, classificando a ação como “terrorismo” e afirmando que Havana não se curvará a pressões externas.

A interrupção do envio de combustível venezuelano agrava a crise já instalada na ilha, marcada por apagões frequentes, escassez de alimentos e deterioração geral das condições de vida. Trump destacou que o novo governo venezuelano, apoiado pelos Estados Unidos, planeja explorar o petróleo em parceria estratégica, o que deve gerar benefícios econômicos ao país e, ao mesmo tempo, enfraquecer ainda mais o regime cubano.

A Casa Branca vê no fim do subsídio venezuelano um fator decisivo para acelerar mudanças políticas em Havana. O governo cubano, por sua vez, rejeitou qualquer negociação com Washington, alegando que os Estados Unidos “não têm autoridade moral” para ditar condições à ilha.

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