As Forças de Defesa de Israel (FDI) confirmaram hoje, 18 de outubro, a morte do ministro da Inteligência do Irã, Esmaeil Khatib, em um ataque aéreo ocorrido em Teerã.
Segundo a O Antagonista, Khatib desempenhou um papel central na captura e eliminação de manifestantes iranianos. Além disso, ele foi apontado como líder de atividades terroristas contra Israel e Estados Unidos.
A FDI declarou que Khatib teve envolvimento direto nos recentes protestos no Irã, incluindo a morte da manifestante Mahsa Amini (2022-2023). O ministro da Inteligência iraniano possuía recursos de inteligência sofisticados, conduzindo vigilância, espionagem e operações secretas globalmente, com foco em cidadãos israelenses e iranianos.
A informação foi divulgada após o ataque que ceifou a vida de Ali Larijani, secretário do Conselho de Segurança Nacional do Irã, também confirmado pela O Antagonista. O ministro da Defesa israelense, Israel Katz, descreveu a eliminação de Larijani como um evento similar ao “sexta-feira 13”, comparando-o ao Dia de Quds em Teerã.
Gholam Hossein Mohseni Ejei, chefe do judiciário do Irã, e Ahmad-Reza Radan, chefe da polícia nacional, também estavam presentes no local.
Essa aparição pública de alto escalão de autoridades iranianas ocorreu após o ataque que resultou na morte do então líder supremo do Irã, Ali Khamenei, em 28 de fevereiro.
Ali Larijani, em declaração à TV estatal, afirmou que o presidente dos EUA, Donald Trump, “não compreende a coragem, a força e a determinação do povo iraniano”. Ele argumentou que o aumento da pressão por parte de Washington apenas fortalecerá a resiliência da nação iraniana.









