Silas Malafaia enfrenta uma nova e absurda tentativa de silenciamento, desta vez impulsionada por Wagner Moura, um ataque que revela a crescente intolerância do establishment com vozes críticas.
Segundo a O Antagonista, o pastor foi notório alvo de uma queixa-crime movida pelo ator, que o acusou de difamação e injúria, alegando que Malafaia o chamou de “artista cretino”. O próprio Malafaia questiona publicamente a razão por trás da ação: “Por que me escolheu?”.
Em suas postagens no X, Malafaia se manifestou sobre as políticas do governo, criticando o aumento de 18 reais para professores e a alocação de 18 bilhões para “cultura”, conforme expressou em suas declarações. Em outra ocasião, o pastor se referiu a apoiadores do governo como “esquerdopatas”, defendendo o artista que, segundo ele, dependia de dinheiro dos contribuintes para propaganda governamental.
A defesa de Wagner Moura considera essas afirmações como “ofensas injuriosas e difamatórias”, com o objetivo de prejudicar a reputação do ator. A ação judicial também aponta para um histórico de condutas semelhantes por parte de Malafaia, incluindo uma condenação anterior contra o youtuber Felipe Neto e outras ofensas direcionadas a militares do Exército. Essa série de acusações configura, na visão da peça jurídica, um padrão de “ataques pessoais que excedem os limites do debate público legítimo”.
Procurado pelo Estadão, Malafaia classificou a queixa-crime como uma “piada” e uma demonstração de “intolerância”, negando veementemente qualquer ato ilícito. O pastor ressaltou que outros usuários da rede social também fizeram críticas ao ator após o Oscar de 2026, inclusive com linguagem mais agressiva, questionando os critérios que o tornaram o único alvo judicial.









