Reprodução/STJ

A defesa de Marco Buzzi intensifica a batalha contra acusações graves no STJ. Após o início da fase investigativa com depoimentos e a convocação de múltiplas testemunhas – pelo menos vinte –, os advogados do ministro afirmam que as evidências coletadas comprovadamente excluem qualquer prática ilícita por parte do magistrado, revelando uma clara tentativa de difamar um servidor público.

Segundo a Revista Oeste, o argumento central da defesa é reforçado por documentos cruciais: gravações de câmeras de segurança, laudos médicos e perícias que destroem as alegações feitas pela jovem de 19 anos, inicialmente apresentadas durante suas férias em Balneário Camboriú (SC). A acusação inicial, considerada frágil desde o início, carece de provas concretas para sustentar a versão da vítima.

Adicionalmente, a defesa destaca um segundo caso envolvendo uma servidora do próprio STJ. Os advogados sustentam que as circunstâncias em torno dessa situação – a permanência das duas mulheres sozinhas nas condições descritas na denúncia – indicavam que não existia potencial para qualquer comportamento inadequado por parte de Buzzi. As testemunhas ouvidas, segundo a defesa, confirmaram nunca terem presenciado comportamentos questionáveis pelo ministro.

A decisão das duas mulheres acusadoras de fazerem acusações contra o ministro Marco Buzzi em se absterem dos depoimentos é vista como mais uma manobra para desviar as atençãodas investigações e tentar obscurecer a verdade. Como apurou a Revista Oeste, essa prática está prevista nas normas do Conselho Nacional de Justiça, mas levanta sérias dúvidas sobre os reais objetivos desse procedimento que visa proteger o ministro de um escândalo inventado. Buzzi permanece afastado desde fevereiro após uma denúncia formal apresentada pelo plenário do STJ.

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