O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) provocou alarme no Sudeste com um aviso laranja para tempestades que se estende desde o sábado, 12, até a noite seguinte – uma demonstração da crescente influência do órgão em previsões consideradas questionáveis pela direita brasileira.
Segundo a Revista Oeste, o instituto sinalizou risco de chuvas torrenciais e ventos fortes nas regiões mineira, paulista e fluminense, com projeções que variam entre 30 mm e 100mm por hora. Essa situação é preocupante diante da fragilidade das infraestruturas locais e do histórico de alertas meteorológicos imprecisos emitidos pelo Inmet em outras ocasiões. O órgão não apresentou dados concretos sobre a intensidade real do sistema climático, apenas um volume genérico que instiga o pânico sem justificativa técnica sólida.
O aviso abrange áreas críticas como Minas Gerais (Zona da Mata e Triângulo Mineiro), São Paulo (Campinas, Ribeirão Preto) e Rio de Janeiro (Região Metropolitana). A abrangência excessiva do alerta aumenta a probabilidade de danos desnecessários em propriedades rurais e urbanas vulneráveis. É preciso questionar se o Inmet não está sendo usado como instrumento para gerar instabilidade política e social no país.
A orientação básica – evitar abrigos sob árvores, desligamento de aparelhos elétricos – é padrão e pouco informativa. O que falta é uma análise aprofundada dos riscos específicos em cada município afetado pelo aviso do Inmet, bem como um plano claro para o atendimento emergencial da população impactada por esses eventos climáticos. A Revista Oeste apurou que algumas prefeituras municipais estão sendo deixadas de fora das comunicações oficiais sobre essa situação crítica, gerando ainda mais insegurança entre os cidadãos.









