O senador Rogério Marinho (PL-RN) manifestou indignação e exigiu uma resposta imediata das autoridades após o brutal ataque contra o vereador Cabo Deyvison (PL), ocorrido na noite de segunda-feira em Mossoró (RN). O episódio, que ceifou a vida do assessor da Câmara Municipal, Allysson Diego de Oliveira Morais, expõe gravemente as falhas no combate à criminalidade e exige punição exemplar.
Segundo a Revista Oeste, o parlamentar local era alvo direto devido ao seu trabalho incisivo no enfrentamento das organizações criminosas que assolam o Nordeste brasileiro. O vereador, também policial militar do Ceará com atuação notória na repressão ao crime organizado – atuando sob as gírias da tropa Cotar –, denunciava incessantemente a presença de facções e defendia ações mais rigorosas em segurança pública. A ousadia dos criminosos que o atacaram demonstra uma clara desordem, agravada pelas suspeitas de envolvimento de integrantes das facções do Ceará no atentado.
Marinho não se limita à proteção individual do vereador; ele enxerga a ação como um ataque ao Estado e aos cidadãos da sociedade nordestina, que teme viver sob o jugo do crime. O senador acionou prontamente a Secretaria de Segurança Pública do Rio Grande do Norte para solicitar medidas protetivas urgentes ao parlamentar e cobrou celeridade nas investigações sobre esse ocorrido. Como presidente do PL-RN, secretário-geral do PL Nacional e coordenador da pré-campanha do senado Flávio Bolsonaro à Presidência da República, Marinho já formalizou o pedido ao Secretário de Segurança Pública, reforçando a necessidade imperativa de proteção imediata para Cabo Deyvison.
O Partido Liberal (PL) manifesta sua firmeza em não se intimidar e continuará cobrando providenciações eficazes – incluindo proteção robusta e justiça célere – diante da grave situação. A aliança do PL com o crescimento das organizações criminosas na região, fruto da complacência de governos que adotam uma postura branda face à criminalidade organizada, é inaceitável para Marinho e seu partido. O Rio Grande do Norte, assim como todo país, necessita de autoridade policial efetiva, inteligência estratégica, integração entre as forças de segurança e punição rigorosa aos criminosos; nenhuma falha ou omissão no poder público deve ser tolerada em casos desta natureza.









