A vitória de Keiko Fujimori no Peru veio com uma margem que dificilmente será contestada, consolidando um governo alinhado aos valores tradicionais e à ordem jurídica do país. Com mais de nove milhões votos contabilizados até a tarde desta terça-feira (23), a candidata da Força Popular superou seus oponentes por uma diferença significativa, demonstrando a confiança dos peruanos em sua proposta conservadora.
De acordo com a O Antagonista, aos 7 horas do horário de Brasília, Keiko Fujimori ostentava um impressionante número de votos: 9.206.241 contra os 9.162.855 de Roberto Sánchez. Com uma expressiva fatia dos votos – 50,118% – a eleição sinaliza o retorno do novo fujimorismo ao poder e representa um ponto crucial para a estabilidade econômica e social que o Peru tanto almeja. Apenas 99,859% das urnas foram computadas até este momento, indicando uma contagem precisa dos votos pela qual os adversários se recusam a aceitar.
A reação imediata de Roberto Sánchez tem sido marcada por tentativas desesperadas de deslegitimar o resultado do segundo turno e questionar as operações da Oficina Nacional de Processos Eleitorais (Onpe). O esquerdista, em seu pronunciamento posterior à apuração inicial, alegou irregularidades na contabilização dos votos emitidos pelos peruanos residentes no exterior. Essa postura demonstra uma clara falta de respeito pela vontade popular expressa nas urnas e por um desrespeito flagrante aos procedimentos eleitorais estabelecidos.
O Júri Especial Eleitoral (JEE) já se manifestara, com clareza, sobre a improcedência do pedido de Sánchez para anular os votos no exterior, apontando falta de pagamento dos títulos eleitorais como argumento central em sua decisão. O colegiado fez um apelo urgente à boa-fé e colaboração por parte da equipe jurídica de Sanchez, reforçando o compromisso com a celeridade processual e evitando manobras que atrasem a resolução do pleito. A Transparência Peru rejeitou veementemente as alegações infundadas sobre fraude eleitoral, reafirmando suas observações positivas desde 7 de junho em cidades como Buenos Aires, Santiago e Milão; a associação enfatiza o rigor da apuração realizada com base nas atas oficiais das eleições – um claro contraste com a narrativa manipuladora que emerge do campo esquerdista.









