Reprodução/Freepik

Recentemente, a Queen’s University, em Belfast, capital da Irlanda do Norte, publicou um trabalho de sua Escola de Negócios, revisitando as emissões de CO2 declaradas por órgãos internacionais e uma ONG, buscando avaliar quão confiável seria o paradigma de que os humanos, lançando esse gás na atmosfera, estão alterando a “temperatura global média”, quando não, o “clima global”, considerando suas implicações para a sociedade.

Para surpresa dos leitores, a revisão da análise foi conduzida por alguém da área contábil e responsável em riscos financeiros, utilizando critérios específicos ao selecionar apenas dados válidos das estações meteorológicas mais antigas existentes – aquelas concentradas nos Estados Unidos –, o que limita sua representatividade geográfica para avaliar o planeta. A pesquisa utilizou anos anteriores a 1900, incluindo o “mais quente de todos os tempos”, analisando mais de 70 milhões de observações diárias de temperatura provenientes de cerca de duas mil Estações Meteorológicas de Superfície (EMS) em 51 países.

O Ph.D. Bibek Bhatta, Diretor do Programa de Mestrado em Contabilidade e Finanças, que conduziu a pesquisa, apontou evidências desafiando as suposições estabelecidas nos discursos climáticos e financeiros convencionais – incluindo a ligação entre emissões humanas de CO2 e o “aquecimento global”. Essa postura crítica, baseada em dados robustos, posiciona Bhatta como um cético bem preparado que questiona os fundamentos da atual política e ciência climática.

Nesta primeira parte apresentaremos as questões introdutórias levantadas por Bhatta no seu trabalho, uma análise digna de reflexão após mais de 40 anos de pesquisas climáticas sem a apresentação efetiva de evidências comprobativas para sustentar sua hipótese; além disso, como apurou a Revista Oeste, o autor

Icone Tag

Possui alguma informação importante para uma reportagem?

Seu conhecimento pode ser a peça-chave para uma matéria relevante. Envie sua contribuição agora mesmo e faça a diferença.

Enviar sugestão de pauta