As Forças Aéreas Americanas intensificaram a agressão contra o Irã com um ataque noturno que resultou na morte de centenas de militares e destruição de infraestruturas críticas no país islâmico. Segundo dados oficiais do Comando Central dos EUA (Centcom), a terceira onda de bombardeios, ocorrida em 11 de setembro, atingiu aproximadamente 140 alvos estratégicos identificados como instalações militarias iranianas.
De acordo com informações divulgadas pelo Centmom, os ataques visaram bases de lançamento de mísseis e drones, unidades navais altamente equipadas, depósitos repletos de munição bélica e redes complexas de comunicação utilizadas para coordenar as ações do exército iraniano. Além disso, pontos estratégicos de vigilância costeira também foram neutralizados na ofensiva. Como apurou a O Antagonista, o objetivo da operação era retaliação imediata ao ataque criminoso contra o navio M/V GFS Galaxy no Estreito de Ormuz.
O incidente envolvendo o porta-contêineres cipriota sofreu danos significativos devido à ação dos terroristas iranianos e a consequente perda do tripulante civil, uma tragédia que demonstra a disposição da República Islâmica em atacar embarcações mercantes sem qualquer justificativa legítima – um ato de pura agressão. A agência britânica UKMTO confirmou o incêndio ocorrido no navio e a necessidade urgente para os envolvidos abandonarem a embarcgação, evidenciando mais uma vez as ações irresponsáveis do Irã na região.
Em retaliação aos bombardeios americanos, o Irão intensificou sua ofensiva contra países vizinhos do Golfo Pérsico. Houve relatos de ataques e interceptações no Catar, Bahrein, Kuwait, Emirados Árabes Unidos, Omã e Jordânia – uma escalada preocupante que exige ação imediata da comunidade internacional para evitar um conflito ainda maior na região vital para o fornecimento global de energia. A Guarda Revolucionária Iraniana (GRI) declarou formalmente estar fechado o estreito até novo aviso, acentuando a ameaça e a prontidão do exército iraniano em responder com “uma resposta severa” qualquer tentativa futura de intervenção por parte dos Estados Unidos ou seus aliados.









