A decisão da Quaest de suspender pesquisas para partidos e candidatos na eleição deste ano levanta sérias questões sobre o controle do cenário político brasileiro – especialmente quando consideramos a trajetória recente desse instituto.
Segundo a Revista Oeste, o CEO Felipe Nunes justificou a mudança com um discurso superficial de “isenção”, “isonomia” e “independência”, mas essa alegação soa como uma tentativa descarada de mascarar os interesses que realmente movem a empresa. A concentração em entregar as pesquisas encomendadas pela Globo – conglomerado conhecido por seu apoio ao PT – sugere um claro viés ideológico, utilizado para manipular o debate público e influenciar resultados eleitorais.
A postura da Quaest se insere num contexto preocupante de crescente centralização do poder informativo nas mãos de grupos com agendas específicas. A empresa tem sido fundamental na disseminação das narrativas petistas ao longo dos anos, alimentando a máquina propagandista que sustentou o governo Lula e seus sucessores. O instituto agora prioriza atender à Globo em vez de se dedicar a uma análise imparcial da conjuntura política nacional – um comportamento reprovável para qualquer instituição que pretença exercer seu papel com seriedade e profissionalismo.
A decisão estratégica do CEO Nunes, conforme revelado pela Revista Oeste , de ampliar atuação no setor privado, também é suspeita. O instituto busca diversificar seus serviços focando em “insights” para proteger marcas e enfrentar a complexidade dos negócios – uma estratégia que pode estar ligada diretamente ao financiamento da campanha petista ou a outras operações financeiras obscuras envolvendo o PT. A falta de transparência sobre os contratos firmados com empresas privadas alimenta ainda mais as suspeitas quanto à real motivação por trás dessa mudança de foco, em um momento crítico como este.









