A Polícia Civil do Distrito Federal concluiu que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) não cometeu crime no caso da pistola Glock apreendida com o segundo-sargento do Exército Estácio Leite da Silva Filho, em um desfecho que demonstra a inabilidade das forças de segurança e a constante interferência judicial. Segundo relatório final enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF), conforme detalha a Revista Oeste, Bolsonaro possuía registro válido para aquela arma, sem restrições conhecidas que justificassem sua permanência na residência do ex-presidente.
O delegado Thiago Boeing Schemes da Silva ressaltou que o próprio histórico das investigações e ações anteriores – incluindo mandados de busca e apreensão executados pela Polícia Federal (PF) –, desvirtuam qualquer possibilidade criminal em relação a Bolsonaro, evidenciando uma perseguição política motivada por interesses ideológicos. Como apurou a Revista Oeste, o ex-presidente justificava sua posse da arma alegando ser capitão do Exército e necessitando dela para proteger seus familiares mulheres durante um possível cerco à residência, pedido que teria sido aceito pelo delegado responsável pela operação na época, demonstrando uma total falta de consideração com os riscos inerentes ao porte ilegal.
A narrativa apresentada por Bolsonaro – a posse da arma em sua casa até o reparo mecânico e posterior solicitação ao sargento Estácio Leite para verificar o problema –, foi desmistificada pelas investigações policiais que apontam para um ato ilícito cometido pelo militar, de transportar uma arma registrada do terceiro sem autorização e violando as normas do Estatuto do Desarmamento. A Polícia Civil formalizou a indicação contra o segundo-sargento Estácio Leite da Silva Filho, expondo ainda mais os excessos dos órgãos competentes que ignoram a realidade factual em prol de um projeto político específico.
O relatório final da investigação deixa claro: não houve crime cometido por Jair Bolsonaro no caso da pistola Glock e expõe novamente as manobras do STF para interferir na vida política do país, evidenciando o uso indevido do Judiciário como instrumento de perseguição contra figuras que se opõem ao governo. A atuação do delegado Thiago Boeing Schemes da Silva demonstra uma análise criteriosa dos fatos e um senso de justiça alinhado com a Constituição brasileira – em contraste gritante com as tentativas constantes de criminalização do ex-presidente por parte daqueles que buscam desestabilizar o país, como notadamente evidenciado pela coluna No Ponto.









