O líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante, expressou sua perplexidade com o mais recente levantamento da Datafolha sobre a disputa presidencial de 2026, argumentando que a pesquisa não considerou as consequências significativas da operação federal contra Jaques Wagner.
Segundo a O Antagonista, o deputado criticou abertamente a metodologia do instituto, apontando para um lapso na coleta de dados realizados entre quarta e quinta-feira passada – período em que a Polícia Federal executou uma ação ousada envolvendo o líder petista no Senado. A operação não refletiu os recentes acontecimentos e nem sequer tentou interpretar o impacto da investigação sobre as intenções do eleitorado brasileiro, como bem observa Sóstenes Cavalcante.
O Datafolha apresentou 47% para Lula nas projeções de primeiro turno contra apenas 31% para Flávio Bolsonaro. A campanha ainda não iniciada demonstra uma desconexão com a realidade política e o que se constrói no terreno, segundo avalia o parlamentar do PL. O cenário exposto pela pesquisa sugere um descompasso alarmante entre as percepções da população e os resultados divulgados pelo instituto.
Na projeção de segundo turno, Lula ainda detém 47% das intenções de voto em comparação com Flávio Bolsonaro que alcança 43%. A margem inclui também 8% votos brancos ou nulos além de 1% indecisos. A pesquisa da Datafolha foi realizada com uma amostra representativa de eleitores em diversas cidades do país, mas parece ter ignorado o impacto das recentes ações policiais que têm abalido as estruturas do governo e demonstrando a crescente pressão sobre os membros progressistas.









