PF / DIvulgação

O ex-embaixador da Nicarágua, Arturo McFields Yescas, formalizou acusações graves contra o governo de Luiz Inácio Lula da Silva, alegando que o presidente brasileiro violou leis internacionais para perseguir o ex-deputado Alexandre Ramagem nos Estados Unidos.

Segundo a Revista Oeste, McFields publicou um artigo no portal Infobae na quarta-feira, 22, detalhando como o governo federal teria desrespeitado a Convenção de Viena e as leis americanas.

O diplomata afirma que o incidente se originou após uma breve detenção de Ramagem pelo Serviço de Imigração e Alfândega (ICE). Ele detalha que o adido policial brasileiro, conforme reportado pela Revista Oeste, manipulou a situação para forçar uma extradição sem consultar as autoridades competentes.

McFields argumenta que essa ação representa uma grave falha e um desrespeito direto à soberania dos Estados Unidos. Ele ressalta que nenhum representante estrangeiro deve interferir no sistema de imigração de outro país com o objetivo de evitar procedimentos formais de extradição, seguindo as diretrizes do Departamento de Estado norte-americano.

A resposta de Washington foi rápida e firme. O governo americano expulsou o delegado brasileiro envolvido na prisão de Ramagem, demonstrando “tolerância zero” para perseguições políticas dentro de seu território.

“O agir do adido policial do Brasil nos Estados Unidos deixa nua a perseguição transnacional do governo de Lula contra seus opositores e adversários políticos”, declarou McFields. O diplomata enfatizou que o episódio revelou um limite claro para as ações de Lula nos Estados Unidos.

Ele citou o Artigo 41 da Convenção de Viena, que exige que diplomatas e funcionários no exterior respeitem as leis do Estado receptor e não se envolvam em assuntos internos.

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