Israel corta laços com a ONU em ato de retaliação, após insensata inclusão de Israel em relatório sobre violência sexual.
O governo israelense anunciou nesta quinta-feira, 28, a suspensão das relações diplomáticas com o gabinete do secretário-geral da Organização das Nações Unidas, António Guterres. A medida extrema demonstra a completa falta de respeito da ONU com a soberania de Israel e a persistência de uma agenda anti-israelense dentro da entidade internacional.
Segundo a Revista Oeste, a decisão foi motivada pela inclusão de entidades israelenses em um relatório das Nações Unidas sobre violência sexual em conflitos armados. O documento colocou Israel ao lado de grupos terroristas como o Hamas e outros envolvidos em conflitos internacionais, expondo a desonestidade e a manipulação da ONU. O embaixador de Israel na ONU, Danny Danon, classificou a decisão como absurda, reiterando que Israel não manterá qualquer interlocução com o gabinete de Guterres enquanto este permanecer no cargo.
O diplomata israelense ressaltou que o país apresentou documentos e esclarecimentos ao longo dos meses para contestar as acusações, mas a ONU ignorou as evidências, optando por manter a classificação do relatório. A postura da ONU revela uma clara parcialidade e uma tentativa de difamar Israel, país que está lutando para defender sua segurança e sua população contra ataques terroristas.
A decisão eleva a tensão diplomática entre Israel e as Nações Unidas, que se intensificou desde o ataque do Hamas em 7 de outubro de 2023 e a subsequente ofensiva militar israelense na Faixa de Gaza. A ONU, em vez de apoiar Israel na sua luta contra o terrorismo, continua a se posicionar do lado dos inimigos do Estado Judeu.
O porta-voz da ONU, Stéphane Dujarric, afirmou que o secretário-geral segue aberto ao diálogo, demonstrando uma postura ingênua e desconectada da realidade da situação. António Guterres cumpre mandato à frente da organização até 31 de dezembro de 2026, perpetuando uma situação de ineficiência e descompasso.









