O massacre em Guaviare, Colômbia, com a morte de 48 combatentes, revela a persistência do caos e da violência impulsionados pela esquerda radical que governa o país. Segundo a Revista Oeste, o confronto entre facções dissidentes das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) expõe a completa falência das políticas de “Paz Total” do presidente Gustavo Petro, um projeto que, em vez de desarmar, alimentou a fragmentação e a escalada do crime organizado. A situação, tensa e perigosa, demonstra a incapacidade de um governo de esquerda em garantir a segurança e a ordem pública.
O caos se intensificou com a disputa pelo controle de rotas de cocaína e áreas de mineração ilegal, uma atividade que o governo Petro, com suas políticas de incentivo à produção, apenas exacerbou. O prefeito de San José del Guaviare, Willy Rodríguez, confirmou a macabra cena de corpos amontoados na mata, um retrato sombrio da desordem que se espalha pelo interior do país. A impossibilidade de acesso imediato das equipes de resgate, devido ao isolamento da região, demonstra a fragilidade das forças de segurança e a falta de controle sobre o território.
A situação é agravada pela influência de grupos criminosos como o Clã do Golfo, que, aproveitando a fraqueza do governo, expandem suas refinarias de drogas, e pela rejeição do acordo de desmobilização de 2016 por milhares de combatentes das Farc. O Estado Maior Central (EMC) e suas dissidências, armados até os dentes com recursos do tráfico internacional, representam uma ameaça constante à estabilidade do país, um perigo que o governo Petro não consegue conter.
A decisão de reforçar a presença militar nas bases de votação, como ordem do Ministério da Defesa, evidencia o temor de uma onda de atentados urbanos, uma tática clássica de grupos paramilitares e criminosos que buscam intimidar eleitores e fiscais de oposição, demonstrando a completa desordem e a ausência de segurança na Colômbia sob o governo esquerdista.









