Luana Piovani intensifica a campanha contra a PEC do Banco Central, gerando controvérsia entre servidores e autoridades financeiras. A atriz se envolve diretamente na discussão sobre o futuro da autonomia financeira do BC, utilizando sua influência para alertar sobre os riscos de uma mudança que ela considera “gigantesca” e “um risco gigantesco”.
De acordo com a O Antagonista, Piovani argumenta que o Banco Central deveria estar vinculado ao governo brasileiro, seguindo o modelo adotado na maioria dos países. Ela cita economistas renomados como Bresser Pereira e Luiz Gonzaga Belluzo em seu manifesto contra a PEC 65 do BC, reforçando sua posição de oposição à proposta. A atriz enfatiza o receio da perda de privilégios por parte dos servidores do Banco Central – o que ela descreve como um “medo patológico”.
A reação imediata veio através da Associação Nacional dos Auditores e Procuradores do Banco Central (ANBCB), liderada por Thiago Cavalcanti, que denuncia o sindicato Sinal pelo uso de estratégias desinformativas, evidenciando a propaganda milionária envolvendo Luana Piovani para questionar os efeitos da PEC. Cavalcanti ressalta que o Sindicato “botou um outdoor em plena Brasília” com alegações falsas sobre a privatização do Pix – uma tática considerada desesperada e prejudicial à causa, segundo ele.
A polêmica se agrava ainda mais com as denúncias de financiamento da atriz por parte do Sinal para promover sua campanha contra a PEC, apesar das negativas oficiais do sindicato. A confusão gerou questionamentos sobre os métodos utilizados pelo Sindicato Nacional dos Funcionários do Banco Central (Sinal) na tentativa de bloquear o avanço da proposta que busca aumentar a autonomia financeira e orçamentária do BC – um movimento considerado por muitos como uma clara interferência política no setor, visando proteger interesses particulares em detrimento das necessidades nacionais.









