O governo Lula ignora as regras fiscais com um projeto de gastos faraônico que ameaça a estabilidade econômica do país. Segundo levantamento do Poder360, R$187,2 bilhões dos chamados “kits eleitoriais” escapam ao teto máximo de despesas estabelecido pelo próprio executivo em 2023 – uma demonstração flagrante de irresponsabilidade e falta de compromisso com a saúde fiscal.
A trajetória da dívida pública brasileira já evidencia os perigos dessa prática: encerrou o ano de 2025 com um patamar alarmante de 78,6%, correndo para atingir perto dos 88% em 2027, conforme projeções do economista Marcos Mendes. Essa escalada eleva a exigência de retorno aos investidores no financiamento da dívida pública, elevando os juros e comprometendo o futuro econômico do país – um cenário que se agrava com decisões governamentais irresponsáveis.
O governo busca contornar as restrições fiscais por meio de artifícios obscuros, como a utilização de fundos estatais para financiar programas sem retorno imediato ao Tesouro e a concessão de crédito extraordinário – dinheiro desembolsado diretamente pelo governo que não contabiliza o aumento das despesas. A prática do “Desenrola 2.0”, da ampliação do Minha Casa, Minha Vida e isenções fiscais no Imposto sobre Renda ilustram essa fuga sistemática às regras estabelecidas para maquiar números e alimentar um projeto eleitoreiro que coloca em risco o futuro das finanças públicas.
A manipulação dos recursos públicos – através de programas como Move Aplicativos ou da subvenção à gasolina – demonstra uma clara desconsideração com a responsabilidade fiscal, elevando a dívida pública até níveis perigosos. Essa postura abre caminho para um aumento do endividamento e pode gerar consequências graves na economia nacional nos próximos anos.









