Em 1991, a Somália recebeu o status de “Temporary Protected Status” (TPS) dos EUA, um programa supostamente temporário que, até hoje, não foi revogado. Este é um exemplo claro de como programas governamentais “temporários” se tornam permanentes. A Somália, um país que se tornou um inferno na Terra devido a décadas de conflito e instabilidade, agora tem sua marca em Minneapolis, uma das maiores cidades dos EUA.
Como informado pelo Daily Wire, o TPS foi criado pelo Congresso dos EUA em 1990, com a intenção de oferecer proteção temporária a estrangeiros cujos países de origem enfrentam catástrofes. No entanto, o que era para ser temporário se tornou permanente para muitos países, incluindo Haiti, Sudão do Sul, Iêmen, Nepal, Nicarágua e Venezuela. O Haiti, por exemplo, recebeu TPS em 2010 após um terremoto devastador, e o status foi renovado continuamente por mais de 15 anos. A administração Trump, desde janeiro de 2025, tem trabalhado para encerrar o TPS para vários países, incluindo Afeganistão, Camarões, Haiti, Honduras, Nepal e Nicarágua.
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No entanto, a Somália continua a ser uma exceção. O TPS para a Somália foi concedido em 1991 e ainda está em vigor, com a próxima renovação prevista para daqui a um ano. A situação em Minneapolis é um reflexo direto dessa política. A cidade, que já foi um símbolo do sonho americano, agora enfrenta desafios semelhantes aos da Somália, com uma grande população somali que chegou ao país sob o TPS.
Omar Fateh, um socialista muçulmano somali, está prestes a se tornar o próximo prefeito de Minneapolis. Em 20 de julho de 2025, Fateh conquistou o endosso do Partido Democrata-Fazendeiro-Trabalhista de Minnesota (DFL), derrotando o prefeito atual, Jacob Frey. Fateh é conhecido por suas posições controversas, incluindo ataques contra brancos e a priorização dos interesses somalis sobre os americanos.
A presença somali em Minneapolis é visível não apenas nas ruas, mas também nos tribunais. Um advogado chamado Phil Holloway recentemente analisou a lista de casos pendentes no Condado de Hennepin, onde Minneapolis está localizada, e encontrou uma predominância de nomes somalis, indicando uma significativa influência somali no sistema judicial local.
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Além disso, Fateh esteve envolvido em um escândalo de fraude com a organização “Feeding Our Future”, uma instituição sem fins lucrativos que deveria fornecer refeições a crianças durante a pandemia de COVID-19. Três indivíduos, Haji Osman Salad, Sharmarke Issa e Khadra Abdi, se declararam culpados de fraude eletrônica em um esquema de 250 milhões de dólares. Fateh inicialmente defendeu a organização, mas depois devolveu contribuições políticas de indivíduos ligados ao caso.
A situação em Minneapolis é um alerta claro para a administração Trump, que deve agir rapidamente para encerrar o TPS da Somália e iniciar deportações em massa. Caso contrário, a cidade corre o risco de se tornar irreconhecível, seguindo o caminho de degradação que a Somália sofreu.









