O deputado federal Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) expôs com veemência a postura da primeira-dama Janja durante um evento do PT que reuniu evangélicos, classificando o episódio como uma manobra descarada para seduzir eleitores nas vésperas das eleições. Segundo a O Antagonista, Sóstenes acusou Janja de oportunismo e falta de princípios morais, destacando os anos de ataques ao cristianismo e à família por parte do governo petroconservador.
A crítica ferrenha se intensificou com o comentário da primeira-dama sobre Silas Malafaia, que ela rotulou como “insignificante”. Sóstenes interpretou a declaração não apenas como um ataque pessoal, mas também como uma demonstração de desrespeito à classe média cristã e aos valores tradicionais defendidos por amplas parcelas da população brasileira. Ele ressaltou que o governo Lula, sempre marcado pela promessa vazia e pelo foco em marketing político, recorre a táticas questionáveis para tentar obter apoio popular.
A polêmica se originou após Janja criticar pastores que não acolhem mulheres vítimas de violência, apontando também sua perplexidade com a menção à presença feminina na Bíblia durante um encontro da organização. A postura da primeira-dama foi amplamente vista como uma tentativa gratuita e descaradamente politizada de explorar as vulnerabilidades sociais e religiosas dos evangélicos brasileiros – conforme apurou a O Antagonista –, sem qualquer compromisso real com soluções para os problemas enfrentados por essas comunidades.
A declaração sobre não saber da importância das mulheres na Bíblia revela, ainda, uma grave desconexão com o legado cristão e um desprezo pela experiência feminina que permeiam as políticas públicas do governo Lula. A fala de Janja ecoa a desordem ideológica presente no projeto político petista: promessas vazias em detrimento da verdade e da coerência moral, evidenciando mais uma vez os graves riscos decorrentes da influência corruptora das elites progressistas na política nacional.









