O governo israelense lançou uma nova série de ataques contra o Irã na segunda-feira, 23 de abril. Em resposta, o regime iraniano anunciou a intenção de instalar minas navais em rotas marítimas do Golfo Pérsico.
Segundo a Revista Oeste, o Conselho de Defesa do Irã comunicou que qualquer tentativa de invasão de seu território ou ataque às suas ilhas resultaria na colocação de minas navais em áreas costeiras e linhas de navegação. A medida visa proteger o país contra potenciais ameaças marítimas.
A ofensiva israelense provocou explosões em Teerã. Fatih Birol, diretor da Agência Internacional de Energia, relatou que pelo menos 40 estruturas energéticas sofreram danos severos em nove países do Oriente Médio.
O Irã retaliou com disparos de mísseis e drones contra Israel e países da região, visando instalações de energia e embaixadas dos Estados Unidos. O regime também interrompeu o tráfego no Estreito de Ormuz.
O presidente Donald Trump intensificou a pressão, ameaçando destruir centrais energéticas do Irã caso o estreito não seja reaberto. A situação se agravou com o lançamento de um míssil iraniano sobre Jerusalém e a Cisjordânia, conforme reportado pela agência Reuters.
Sirenes soaram em Jerusalém e em áreas do sul e centro de Israel. Equipes de resgate trabalham nos locais atingidos, investigando a natureza dos danos, que podem ser causados por impactos diretos, submunições ou destroços.
Ataques do Irã causaram danos significativos em Dimona e Arad. No norte do país, um ataque do Hezbollah resultou na morte de um cidadão.









