O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi liberado do Hospital DF Star nesta sexta-feira (27). O cardiologista Brasil Caiado, responsável pela equipe médica que o acompanhava na broncopneumonia, confirmou a alta.
Segundo a Gazeta do Povo, a evolução nos últimos dois dias foi considerada tranquila, sem intercorrências. A transição para a medicação oral foi completada, indicando uma adaptação eficaz do tratamento.
Após a alta, o ex-presidente ingressará em um regime de prisão domiciliar, determinado pelo ministro Alexandre de Moraes do Supremo Tribunal Federal (STF). A medida terá duração de 90 dias, período em que uma nova avaliação de sua condição será realizada.
Bolsonaro receberá uma cama especialmente adaptada para lidar com seu quadro de refluxo gastroesofágico, uma medida preventiva contra a broncoaspiração. O médico Brasil Caiado enfatizou que o ex-presidente estava mais “calado e pensativo”, sem que se soubesse qual seria o motivo.
O plano de recuperação incluirá fisioterapia diária, exercícios respiratórios progressivos e acompanhamento nutricional. O tratamento hospitalar já previa sessões de fisioterapia três vezes ao dia, com Bolsonaro demonstrando colaboração com a rotina.
Adicionalmente, o ex-presidente será submetido a uma artroscopia no ombro direito, solicitada pelo especialista Alexandre Paniago. A cirurgia visa diagnosticar e tratar uma lesão no manguito rotador, identificada após a realização de uma ressonância magnética.
Conforme apurou a Gazeta do Povo, a queda de Bolsonaro em sua cela na “Papudinha” pode ter contribuído ou agravado a lesão no ombro. A equipe médica espera realizar a artroscopia em um mês.









