A tragédia envolvendo Maria Eduarda, de 21 anos, que faleceu ao saltar da “Ponte do Esqueleto” em Limeira (SP), expõe a fragilidade das medidas de segurança e levanta sérias questões sobre responsabilidade civil. Segundo o ex-juiz Adriano Soares da Costa, presente no programa Última Análise, o caso não demonstra intenção criminosa por parte da empresa contratada para fornecer o serviço, mas sim uma falha grave na diligência do dever: “Era preciso tomar os cuidados mínimos de segurança”, afirmou.
A situação se agrava com relatos sobre a tentativa de fuga dos responsáveis pelo evento logo após a queda e as subsequentes prisões de seis indivíduos no 2º Distrito Policial de Limeira para prestar depoimento, como reportado pela EPTV e G1. A busca por culpados não deve cair em equívocos, conforme ressalta o escritor Francisco Escorsim: “Não devemos buscar ‘bodes expiatórios’”, declarou, enfatizando a necessidade de justiça diante da brutalidade do ocorrido.
A complexa situação política nacional também se reflete nas análises apresentadas. Enquanto isso, Flávio Bolsonaro (PL-RJ) continua sua busca por um vice na chapa e surge como possível nome a deputada federal Júlia Zanatta (PL-SC), visando atrair o voto feminino – uma estratégia que Soares da Costa considera “saudável”, dada a preponderância do eleitorado feminino. O jurista manifesta preocupação com as tentativas de descreditar candidatos da direita em relação à questão feminina, demonstrando ceticismo sobre os resultados das pesquisas recentes.
Uma pesquisa realizada pelo instituto Nexus, em parceria com o Banco BTG Pactual, revela que Lula (PT) lidera os cenários estimulados para 2026 com uma vantagem de nove pontos percentuais sobre Flávio Bolsonaro (PL). No entanto, a análise do mesmo estudo aponta pela forte rejeição ao petista no eleitorado. Soares da Costa interpreta essa situação como um “teto” na candidatura de Lula e questiona o desempenho de Flávio em relação à migração de votos indecisos ou outros concorrentes.









