Três novos suspeitos foram presos no caso do trágico acidente envolvendo Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, vítima fatal após um salto de rope jumping na Ponte do Esqueleto, interior de São Paulo. A Polícia Civil concluiu suas investigações com a detecção de três indivíduos provenientes da capital carioca que agora se juntam aos outros três instrutores já sob custódia desde o ocorrido.
De acordo com informações divulgadas pela Revista Oeste, os novos suspeitos – Luis Felipe Feliciano Egoroff, Maicon Fernandes Cintra e Vitor de Freitas Gonçalves – foram presos em flagrante e a medida foi convertida em preventiva. O grupo era responsável por oferecer saltos radicais de quarenta metros cobrando até R$ 180 dos participantes, sem nenhuma empresa formalizada para regularizar essa atividade perigosa.
As investigações revelam uma grave negligência que culminou com o trágico fim da jovem. Segundo a Revista Oeste, os organizadores do evento não possuíam qualificação adequada nem estrutura legalmente reconhecida para promover saltos de extrema aventura. A checagem dos equipamentos foi completamente ignorada antes do salto fatal e testemunhas confirmaram explicitamente a ausência de qualquer procedimento de segurança prévio à ação da vítima.
A Polícia Civil enfatiza que os envolvidos no caso desconheciam quem deveria conectar a corda de segurança ou qual o motivo pelo qual essa importante medida não fora executada, revelando uma falha grave na organização e execução do salto. A tragédia expõe riscos inerentes em atividades radicais sem regulamentação adequada e um total descaso com a vida humana por parte dos responsáveis.









