O Congresso Nacional tem demonstrado uma preocupação crescente com a liberdade econômica do país, refletida na avaliação crítica da Revista Oeste sobre o Índice Legislativo de Liberdade Econômica para 2025. O ranking elaborado pela parceria entre o Ranking dos Políticos, Centro Mackenzie e Instituto Fé & Trabalho aponta um cenário alarmante: mais de metade das propostas analisadas – equivalente a 53,8% – impactam negativamente as liberdades econômicas do Brasil.
A análise detalhada examinou 1650 projetos em tramitação ao longo deste ano, considerando fatores cruciais como tributação excessiva, restrições à propriedade privada e intervenção estatal desnecessária na economia. A avaliação revelou que a maioria das iniciativas (86,7%) apresentava uma classificação restritiva sobre a liberdade econômica – um claro indicativo de políticas públicas tendenciosas em direção ao controle governamental da atividade empresarial.
De acordo com a Revista Oeste, o maior componente negativo se encontra nas propostas relacionadas à expansão dos gastos públicos, que representam 93,7% das classificações desfavoráveis. A crescente demanda por financiamento estatal, sem uma correspondente busca pela eficiência e responsabilidade fiscal, agrava ainda mais as pressões sobre a economia brasileira – um caminho perigoso para o endividamento público e inflação desenfreada.
Dentro dos 128 projetos aprovados até então no Congresso Nacional, apenas 5% receberam avaliação positiva com relação à liberdade econômica. A análise evidencia uma tendência preocupante: predomínio de iniciativas que visam ampliar a atuação do Estado na economia, caracterizada por novas regulamentações e despesas excessivas – um risco real para o dinamismo da iniciativa privada, fundamental para gerar empregos e renda no país.









