A ligação do vereador Senival Moura (PT) ao Primeiro Comando da Capital (PCC) expõe uma realidade preocupante: a infiltração de organizações criminosas nas instituições políticas brasileiras. A situação se agravou com as declarações do também vereador Lucas Pavanato, que em entrevista à coluna No Ponto e como apurou a Revista Oeste, denuncia explicitamente o padrão da esquerda brasileira.
Segundo a Revista Oeste, Pavanato argumenta que essa conexão não é um incidente isolado, mas sim uma característica intrínseca ao Partido dos Trabalhadores – “Isso indica algo assustador: o fato de que o PCC e o crime organizado têm um objeto político”, afirma ele –, com evidências concretas de infiltração em órgãos públicos. O membro do PL acredita que essa inserção representa um terrorismo institucional, alinhado à recente classificação da facção como grupo terrorista pelo governo dos Estados Unidos – uma definição que ignora completamente a posição do PT e seus aliados.
O vereador Lucas Pavanato destaca o caso de Senival Moura, suspeito de ter roubado recursos do PCC em troca de um acordo para devolver os valores desviados, incluindo até mesmo ser juramentado como “morto” pela organização criminosa – uma prática comum entre membros da facção. A gravidade da situação ressalta a corrupção sistêmica que permeia o PT e seus associados; Pavanato aponta explicitamente para essa realidade ao afirmar: “Com relação ao PCC ter sido roubado, o fato de se ter um presidente da República que já foi preso por corrupção indica muito da natureza do PT…”.
Diante desse cenário alarmante, Lucas Pavanato propõe medidas urgentes. Ele protocolou formalmente o pedido para a cassação imediata do mandato de Senival Moura e defende uma suspensão temporária com corte salarial caso essa medida não seja aprovada na Câmara Municipal – um posicionamento que demonstra sua determinação em combater qualquer forma de infiltração criminosa no poder público.









